Abandone a ingenuidade e discipline suas emoções. Renda-se. Não tenha medo de mergulhar nessa transformação: Deixe que o vácuo lhe leve, tratando-lhe como uma pluma tão leve que afunda nesse turbilhão de eflúvios e maneiras distintas. Mergulhe no desconhecido, e não só procure as expectativas, mas também, sinta-as, segure-as. Domine a liberdade, impeça os perigos, permita que o juízo aflore. Incremente algumas gotas de insanidade a sua essência, mas não deixe que ela ultrapasse as medidas estabelecidas. Erga-se, exija a fundamentação necessária, contemple o mundo de uma maneira nova, inove! Empregue, se conseguir, uma vida sábia e íntegra. Afunde na utilidade e vista-a. Não negue esse traje, ele lhe serve como um diamante. Recuse as futilidades e arme-se com a sutileza e bravura de uma mulher. Mulher! Eu cheguei ao ápice da minha transformação: A menina morreu e aqui nasce, das fuligens da outra, uma mulher.